Como já era previsto, minhas especulações prescientes são corroboradas pelas "possíveis oposições" compreendidas a mim. Não hesitarei, de maneira alguma, em me valer do léxico que me foi conferido a tanta custa. Se ao vencedor, são dadas batatas, estas não são exibidas como um monumento. Algumas servem de fonte energética, outras para contemplação das futuras gerações. E se terceiros (vulgo representantes da esfera administrativa da sociedade) também valem-se destes artifícios, não vejo mal algum em posicioná-los de modo a defender minhas teses e teorias. Estas que, nem de longe, tornar-se-ão teses de mestrado, embora a elaboração esteja correlacionada. Receio já ter sido suficientemente defendido por alguns dos meus compatriotas, em detrimento de alguns poucos acusadores. Não somente aqueles que puseram-se frente a frente. Tenho muitos outros que agem na calada da noite. Admiro os corajosos. Porém, pergunto-me se, de fato, possuem algo sólido para espinafrar-me. Ainda segundo minhas suposições, não há coerência verossímil quanto a isto. "Vai a este povo e dize-lhe: De ouvido, ouvireis e não entendereis; vendo, vereis e não percebereis", Atos 28:26. As profecias se cumprem. Para os incrédulos, posso, embora não me permita desgostá-los sempiternamente, deflagrar circunstâncias para aproveitarem-se de games como gênero esportivo, ou os chamados "shooters", sem contar os "puzzles". Basta uma simples análise. Tal análise perscruta fatores, ainda, históricos e, consequentemente, sociológicos. De maneira a felicitá-los, calo-me, ainda que contra meu desejo. Considero os indivíduos que não satisfazem-se com o dito contexto histórico envolvido, mas aos "sentimentos" e/ou ao simples fato de "passar o tempo". Embora sejam apenas mais artifícios mercadológicos. Nunca discriminei essa possibilidade. A única razão para estar ignorando merecidos momentos de descontração e transcrevendo meus pensamentos a fim de fazer alheios compreenderem minha noção de universo era mostrar que os games (ou qualquer outro tipo de entreterimento como filmes, músicas, propagandas) suportam um determinado patamar de informações perceptíveis à grande maioria, mas esta mesma não está interessada em reparar nestas informações . Não desejo que todos pensem como a mim, tendo em vista o vertiginoso decréscimo financeiro que seria causado aos estilos que considero, no mínimo, fúteis, tais como alguns utilizados pelos participantes do "Orkut". Além da infâmia que cairia aos gêneros musicais como "funk", "happy rock", "new pop", entre tantos outros. Ou seja, sou um perigo aos meios usurpadores mentais que rondam este século. Obviamente, isso gera um contra-ataque, e o temos visto. Pelo mesmo fato, Deus Todo-Poderoso concede o livre-arbítrio, permitindo cada qual tomar as decisões que lhe forem de maior proveito, mesmo que estas signifiquem sua extinção. Perceba. Também temos visto isso. Tenho plena ciência de que a quase totalidade da população não sequer um fio de compreensão a tudo que lhe está ao redor, pois de fato querem apenas "curtir" um momento ou dois. O que não me impede de denotar minha maneira de observar as situações. Cabe ao leitor aceitar, ou não, meus métodos. Se uns não querem enxergar, paciência. Se realmente acham que o acaso existe e tudo que fazem é, de fato, espontâneo, que assim seja. Se desejam espinafrar-me por minha visão, façam. Mas não me permitirei permanecer mudo diante das acusações. Desejo apenas que os indivíduos que constituem este secto tenham autonomia em suas escolhas. Por isso me ponho aqui, como alvo de duras críticas, ainda que ferozes apoios. Se o motivo dos que se fazem cegos for apenas gerar polêmica anutritiva, proponho que suspendam suas investidas. Sou amante de desafios reais, e não de baboseiras alheias. Não subestime aquele que vos transmite tal mensagem. "Um verdadeiro comandante não é levado ao combate. Pelo contrário, sabe impô-lo ao inimigo", Sun Tzu. Repito: escolha sua pílula. "Não é pessoal. São apenas negócios", Michael Corleone. Eu sei que há um motivo para tudo que ocorre. Chame-me de louco, se desejar. Nada acontece sem ser devidamente planejado. Seja uma peça, ou seja o jogador. Ou, no mínimo, seja capcioso o suficiente para perceber que não passa de uma peça. E não me julgue por gostar de história. Não é a disciplina que me fascina. São os fatos, e sua interação com o mundo. É o potencial pensante do universo que me rodeia. Permanecerei alerta.
Só pra constar, no que tange meu ideal de gamer, jogo todos os tipos e gêneros. Eu sei do que estou falando. Cabe a você saber o que está pensando. E mais ainda. Se está realmente pensando.
Boa sorte.
Horde Rules Again. And Again. And Again. And Again. And Again. And Again...
Que se cumpra o ciclo do Magnoliophyta Magnoliopsida Caryophyllale Amaranthacea Spinacia oleracea, vulgo espinafre. Não creio que o referido amarantáceo encontre seu destinado aceptor, o próprio espinafrador inicial. Nevertheless, Popeye ficaria orgulhoso com o rumo que seu vegetal, que acidentalmente se calculou ter dez vezes mais ferro que realmente tinha, alcançou. Um debate espinafrante que, muito provavelmente, terá se concluído neste direito de resposta.
ResponderExcluir=)
E quanto à horda, receba meu pffffffffffffrt. =P
ResponderExcluirDireito de resposta é algo que eu gosto.
ResponderExcluirNormalmente as pessoas te julgam, espinafram a sua vida e a sua opinião sem nem te conhecerem e nem se dão ao trabalho de ouvir o que você tem a dizer em legítima defesa.
E nada melhor do que o direito de resposta, para deixar bem clara a sua opinião, que é sua e você não vai mudar por causa do que ninguém venha a dizer.
Essa é a sua verdade, doa a quem doer, incomode a quem incomodar.
E concordo com o Ju quando ele diz que provavelmente o debate se conclui aqui, sendo sua a última palavra. :)