Bom, finalmente a idéia de um blog de minha autoria toma forma, sendo assim, declaro a todos os leitores o mais estranho pensamento que poderia levar qualquer um a escrever algo a ser compartilhado. Lá vamos nós:Durante um dos fatídicos devaneios nas aulas práticas de Síntese Orgânica, após perceber a coloração salmão-rosácea resultante do nosso experimento, divagamos com respeito ao nome fictício que seria dado ao mesmo. Culminando na escolha de: Rosa de Soter (outro post será dedicado à essa escolha). Mas a cor salmão não saia da minha mente, permitindo-me autistar nessa linha de pensamento: o nome da cor salmão provém (por motivos óbvios) do peixe homônimo, que na época da desova nada contra a corrente dos rios, literalmente subindo cachoeiras a fim de depositar seus diminutos rebentos à nascente do citado corpo hídrico. Em um episódio do anime Pokémon, o espécime Magikarp repete o comportamento do supracitado animal, ao subir uma cachoeira. Porém, determinado pokémon deveria relacionar-se ao espécime conhecido comulmente como carpa. Este, figura que atinge níveis mitológicos na cultura nipônica, na qual, cultivava-se a existência de uma carpa gigante que viveria sob o arquipélago do Extremo Oriente, causando, quando tomado por acessos de fúria colossal, os inúmeros abalos sísmicos da região. Uma explicação plausível quando não se possui nada mais coerente e empírico que essa conotação.
Aí está a primazia da recém-criada vertente bloggeira de meu intelecto. O modo absurdamente eficiente que algumas horas esperando um aquecimento e/ou esfriamento podem contribuir na evolução do pensamento. Temo pela aprovação dos leitores, e espero oferecer posts melhores. Até a próxima.
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